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Região Central

Catedral Metropolitana

Em 1651, Dias Velho, fundador do povoado Nossa Senhora do Desterro, atual Florianópolis, ergueu uma capela onde hoje é a Catedral Metropolitana. Entre 1753 e 1773 foi construída a primeira igreja, projeto do brigadeiro Silva Paes. No interior da Catedral, encontram-se peças de alto valor artístico como A Fuga para o Egito (1902) e da Via Sacra (1903), um órgão de tubos (1924) e a cadeira de Dom Jacinto Veras, bispo de Montevidéu que, ao morrer em 1881 com fama de santo, pediu que sua cadeira fosse doada à igreja do local onde nascera. Em 1922 a Catedral foi ampliada e recebeu as duas torres com o carrilhão com cinco sinos, o maior conjunto da América do Sul.

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Casa Victor Meirelles

Pintor, desenhista e professor, Victor Meirelles (1832-1093) teve seu talento reconhecido e foi admitido como aluno da Academia Imperial de Belas Artes. Especializou-se no gênero da pintura histórica e, ao ganhar o Prêmio de Viagem da Academia, passou vários anos em aperfeiçoamento na Europa. Ele pintou importantes obras como ‘A Primeira Missa no Brasil (1861)’ e ‘Batalha de Guararapes (1879)’. Morreu em 1903 com desfavoráveis condições financeiras. O artista deu nome ao Museu Casa Victor Meirelles, inaugurado em 15 de novembro de 1952. A casa onde nasceu o pintor barriga-verde abriga obras históricas e objetos que fizeram parte de sua história.

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Palácio Cruz e Sousa

O palácio foi construído entre 1750 e 1765 com características de um sobrado colonial. Foi usado como local dos despachos oficiais e residência dos governadores do Estado até 1954, quando esta última função foi transferida para a Agronômica, permanecendo exclusivamente como Palácio dos Despachos. Quem visita o palácio fica admirado com a beleza da escadaria de mármore, com os pisos em parquet que decoram o assoalho, esculturas, pinturas do teto e as colunas trabalhadas em estilos que vão do neoclássico ao art-nouveau. O Museu Histórico de Santa Catarina, que hoje ocupa o espaço, foi criado em 04 de outubro de 1978 e instalado no dia 09 de março de 1979, provisoriamente, no edifício da antiga alfândega de Florianópolis. Em 30 de agosto de 1986, o Museu foi definitivamente transferido e reaberto no Palácio Cruz e Sousa, nome dado em homenagem ao grande poeta simbolista nascido em Desterro.

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Praça XV de Novembro

Na planície próxima ao mar, ao pé de uma colina, o bandeirante Francisco Dias Velho fundou, em 1662, a Vila Nossa Senhora do Desterro. E é neste local que está atualmente a Praça XV de Novembro. Arborizada durante o século XIX, a praça recebeu árvores de grande porte, como palmeiras imperiais, ficus indianos e cravos da Índia, mas com certeza a rainha do jardim é a Figueira Centenária. Plantada em 1871 no terreno da Catedral, foi levada para o centro da praça em 1881, no local de um primitivo cemitério de mais de dois séculos. A tradição recomenda três voltas ao seu redor, de mãos dadas, em sentido anti-horário para ter sorte e voltar à cidade. O piso da Praça XV recebeu mosaicos que formam figuras folclóricas da Ilha de Santa Catarina, produzidas pelo artista plástico Hassis, falecido em 2001. É onde se encontra também o monumento em honra aos heróis mortos na Guerra do Paraguai e os bustos que homenageiam catarinenses famosos: Poeta Cruz e Sousa, Victor Meirelles, José Boiteux e Jerônimo Coelho.

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Museu Casa de Câmara e Cadeia

Foi construída entre 1771 e 1780, com paredes de pedras argamassadas com óleo de baleia, areia e cal. Foi de grande valor no contexto político e social da cidade, considerada uma das importantes edificações da arquitetura civil do século XVIII. Aqui eram empossados os Presidentes da Província e realizados grandes bailes e festas oficiais. Serviu como cadeia para infratores da lei, escravos e loucos. Em 25 de março de 1888, no seu plenário, foram entregues as últimas cartas de liberdade de escravos da capital. Hoje o prédio passa por reformas para receber o Museu da História de Florianópolis.

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Prédio da Casa de Alfândega

Tombado pelo IPHAN, é reconhecido como um dos raros exemplares da arquitetura colonial portuguesa que ainda sobrevivem no Brasil. O primeiro edifício da alfândega sofreu uma explosão em 1866 e ficou totalmente destruído. Em 1879, o então presidente da Província, João Tomé da Silva, contratou profissionais para construir um novo prédio. Este fato gerou muita polêmica por parte da Câmara Municipal de Vereadores, imprensa e população, porque o terreno da nova sede estava destinado a ser um logradouro público. A nova alfândega foi inaugurada e, em 1964, com o fechamento do porto, foi desativada. O local foi ocupado pelo escritório do IPHAN e pelo centro de artesanato de Florianópolis.

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Mercado Público

O Mercado Público de Florianópolis é um dos principais pontos turísticos da cidade. Valorizado como patrimônio artístico, histórico e arquitetônico da Ilha de Santa Catarina. A sua história começa antes mesmo da construção de qualquer estrutura física, em 1845, quando o Imperador Dom Pedro II visitou a cidade de Nossa Senhora do Desterro e o pescado era vendido em tendas rústicas em plena praça pública. Dois anos depois, o Mercado Público começou a ser construído, provocando a divisão de opiniões. O edifício, que é um marco histórico-cultural da cidade, em 1851 estava pronto, mas teve que ser demolido porque a estrutura estava comprometida. Foi reconstruído e inaugurado em 1899. O episódio mais dramático em toda a história do mercado aconteceu no dia 19 de agosto do ano de 2005, quando um forte incêndio se alastrou por todo interior da ala norte, que teve que ser reconstruída. A última grande reforma do mercado público foi iniciada em novembro de 2013 e finalizada recentemente, no dia 5 de agosto de 2015. O Mercado teve que ser praticamente reconstruído, preservando-se os mesmos conceitos arquitetônicos antigos. São 112 boxes, de 53 segmentos, com opções de bares, restaurantes, peixarias, quitandas e utensílios para o lar. O Mercado funciona das 7h às 19h em dias úteis e das 7h às 14h aos sábados. Os bares funcionam em dias úteis até 22h e, nos fins de semana e feriados até às 17h.

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Igreja da Ordem Terceira de São Francisco

Durante setenta anos (1745 – 1815) a Ordem Franciscana ocupava um espaço dentro da Catedral Metropolitana. Em 1802 Dom Fernando José de Portugal e Castro assinou a licença régia para construir o imóvel da então Igreja da Ordem Terceira de São Francisco. Foram os moradores da freguesia que financiaram com donativos a construção desta igreja em 1815. Os sinos para as torres foram recebidos em 1819. As duas portas laterais, que dão acesso para a rua Felipe Schmidt, foram fechadas em 1851 devido ao risco de desabamento. Nos fundos da igreja havia um pátio que ia até a rua Jerônimo Coelho e que servia como cemitério da Irmandade, transferido em 1843 para o Cemitério Municipal do Estreito. As grades que cercam a igreja pela rua Deodoro são provenientes das antigas grades que cercavam o Jardim Oliveira Bello (Praça XV de Novembro).

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Teatro Álvaro de Carvalho

A dramaturgia tinha como abrigo os ambientes requintados ou os pequenos teatros em casas alugadas. Em 1854, foi formada a Sociedade Empreendedora com desejo de construir um novo teatro. Nascia, então, o Teatro Santa Isabel, mais tarde rebatizado como Teatro Álvaro de Carvalho, em homenagem ao dramaturgo e militar que morreu na Guerra do Paraguai. A aparência imponente permanece, mas o interior foi adequado aos novos tempos, com tecnologias modernas e maior conforto ao público e atores. O teatro foi palco de grandes peças da dramaturgia nacional e até serviu de prisão durante a repressão aos rebeldes federalistas, em 1894, mesmo ano em que recebeu o nome atual.

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Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito

A Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito dos Homens Pretos, construída há mais de 250 anos, é um dos patrimônios históricos de Florianópolis que atraem pela arquitetura em estilo barroco. Junto com a Catedral, compõe a dupla de igrejas mais antigas da Ilha. A confraria fundada por escravos em 1750 construiu a igreja entre 1787 e 1830. Ali Victor Meirelles pintou um quadro com belo panorama da cidade com a Baía Sul ao fundo. Na época da fundação já havia no local uma pequena capela, destruída parcialmente pelos espanhóis, por ocasião da invasão da Ilha de Santa Catarina.

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Ponte Hercílio Luz

Transformada em monumento histórico e declarada como patrimônio municipal, estadual e federal, a Ponte Hercílio Luz é o símbolo catarinense mais visível e conhecido no país e no mundo. Sua imponente estrutura foi construída para ser a primeira ligação entre a Ilha de Santa Catarina e o Continente. É considerada a mais longa ponte pênsil com sistema de barras de olhal do mundo, com um vão central de 339 metros e uma extensão total de 821 metros. A ponte serviu à população até o dia 22 de janeiro de 1982, quando sofreu a primeira interdição. Em março de 1988, foi reaberta somente ao tráfego de pedestres, bicicletas, motocicletas e carroças, mas voltou a ser interditada, de forma definitiva, em 1991.

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Parque da Luz

Localizado nos altos da Rua Felipe Schmidt, no Centro da cidade, o Parque da Luz tem uma das mais belas vistas para a Ponte Hercílio Luz, cartão postal de Florianópolis. Antes da construção da ponte, o terreno onde hoje está o Parque abrigava antigos cemitérios, que foram transferidos para o bairro Itacorubi. Em 1997, um grupo de moradores locais se reuniu em uma organização não-governamental para a criação do Parque da Luz. A Associação dos Amigos do Parque da Luz promoveu, em 2001, o plantio de árvores e o ajardinamento do local. Hoje, o espaço conta com área de lazer, campo de futebol, esculturas, relógio de sol, ciclovia, passeio para pedestres, academia de ginástica ao ar livre, viveiro para árvores frutíferas, bancos, mesas, cursos de tai-chi-chuan, mesas para jogos de dominó e cartas.

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Avenida Beira Mar Norte

Caminho obrigatório de quem visita a Ilha, a Av. Beira-mar Norte, nome pelo qual ficou conhecida a Av. Jornalista Rubens de Arruda Ramos, na Capital, está sempre repleta de gente caminhando, passeando, andando de bicicleta e fazendo exercícios. Contornando a Baía Norte, de frente para o continente, o mar fica de um lado e do outro, prédios luxuosos, grandes hotéis, restaurantes e comércios dos mais diversos tipos – é uma das áreas mais valorizadas de Florianópolis. Um dos maiores atrativos da Avenida é o pôr-do-sol, a luz refletida nas águas, em vários tons de laranja ao vermelho, é um convite aos apreciadores da natureza. A principal festa de fim de ano da cidade também se realiza na Beira-mar. O Fim de Ano da Magia chega a receber mais de 300 mil pessoas, tendo em sua programação diversos shows de artistas nacionais e regionais e a famosa queima de fogos, considerada uma das mais bonitas do Brasil.

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Fontes: Roteiro AutoguiadoVivendo FloripaGuia FloripaSantur e UFSC
Fotos por: Mario Costa Jr, Setur, Eugenio Hansen, Santur, Foto Mundo, Markito e Panmella Ribeiro

 

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